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Exposição "Sessão Zoom meio século de cinema alternativo"

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Bate-papo sobre História em Quadrinhos e Cinema

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Bate-papo sobre Crítica Cinematográfica

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Bate-papo sobre Crítica Cinematográfica com o jornalista e crítico de cinema Christian Petermann, com o produtor audiovisual Fernando Reis Coelho, dono do site "Tem um coelho no cinema", e com a mediação de Breno Rodrigues de Paula, dono do site Travessa Cinematográfica" (www.travessacinematografica.com.br).
Local: SESC Araraquara
Data: 11/03/2015 (quarta-feira)
Horário: 20h00
Gratuito



Luz, Câmera e Som - Festa da SEDA

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Exibição dos documentários “Aliens 69” e “One plus One - Sympathy For The Devil”

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Exibição dos documentários “Aliens 69” e “One plus One - Sympathy For The Devil” Sessão Zoom | SEDA | Araraquara Rock



11/08 - Segunda-feira: Sessão Zoom especial Araraquara Rock/SEDA – “One plus One - Sympathy for the Devil”, de Jean-Luc Godard,  + “Alin 69, o ano que os Rolling Stones invadiram Matão”. Bate-papo com Breno Rodrigues e com os realizadores de “Alien 69” .
Horário: 19h | Local: Praça das Bandeiras, Araraquara-SP
Gratuito

Link do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/1460249784225959/


Sessão Zoom ao Ar Livre

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A Sessão Zoom abre o mês de maio com cinema ao ar livre. A "4° Guerra Mundial" é um documentário que mostra imagens e as vozes de uma guerra não noticiada. Reuni cenas e histórias de várias manifestações pelo mundo.

O curta "A Caminho da Copa" abrirá a sessão mostrando os impactos negativos da realização da Copa do Mundo de Futebol FIFA no Brasil.

Após a sessão haverá bate-papo entre os presentes com Breno Rodrigues.

Local: Praça das Bandeiras
Horário: 19h30
Data: 05/05 - Segunda-feira



Exibição do filme “As Hiper Mulheres” e debate com o diretor Takumã Kuikuro

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Exibição do filme “As Hiper Mulheres” e debate com o diretor Takumã Kuikuro. No dia 31 de outubro, haverá um debate promovido pela Fundação Araporã com o cineasta Takumã Kuikuro, do antropólogo e professor da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp Edgar Teodoro da Cunha, além do crítico de cinema e autor do site “Travessa Cinematográfica” Breno Rodrigues. 

Local e horário:
O evento acontecerá na sala de múltiplo uso 1 do SESC – Araraquara, localizado na rua Castro Alves, 1315, às 14h30. 

Antes do debate será exibido o documentário “As Hiper Mulheres”, exibido em diversos festivais no Brasil e exterior e ganhador de diversos prêmios, incluindo o Kikito Especial do Júri do Festival de Gramado e o Prêmio Al Jazeera de Melhor Documentário. “As Hiper Mulheres”, uma produção conjunta do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do projeto Vídeo nas Aldeias foi dirigido pelos cineastas Takumã Kuikuro e Leonardo Sette e pelo antropólogo Carlos Fausto. 

A exibição do filme e o debate são uma realização da Fundação Araporã, com apoio do Núcleo de Antropologia da Imagem e Performance da Unesp, do site Travessa Cinematográfica e do SESC Araraquara. Sinopse do filme: Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente. 

Ficha técnica: 
Produção executiva: Carlos Fausto, Vincent Carelli 
Produção: Vídeo nas Aldeias, Museu Nacional (UFRJ) 
Roteiro: Carlos Fausto, Leonardo Sette, Takumã Kuikuro 
Fotografia e som: Mahajugi Kuikuro, Munai Kuikuro, Takumã Kuikuro 
Elenco: Tugupé, Sandaki, Kamankgagu, Kanu, Ajahi, Aulá, Amanhatsi 
Prêmios: Festival de Gramado: 2011 –Kikito Especial do Júri e Kikito Melhor Montagem Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: 2011 – Melhor som Festival de Curitiba: Melhor Filme Prêmio Olhar, Prêmio da Crítica (Abraccine), Prêmio do Público, Olhar de Cinema Hollywood Brazilian Film Festival: Melhor Documentário Latin American Film Festival: Prêmio Al Jazeera de Melhor Documentário 

Convidados: 
Takumã Kuikuro nasceu e foi educado pela família na Reserva Indígena do Xingu. Em 2002 começou a participar de oficinas de audiovisual e desde então co-produziu e co-dirigiu os curtas O Dia em que a Lua Menstruou (2004) e O Cheiro de Pequi (2006). Recebeu prêmios no Brasil e Canadá. É o produtor executivo do curta Porcos Raivosos. As Hiper Mulheres é seu primeiro longa. 

Edgar Teodoro da Cunha é professor do Departamento de Antropologia, Política e Filosofia da UNESP (Câmpus Araraquara). É mestre e doutor em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. Coordena o Núcleo de Antropologia da Imagem e Performance da Unesp. É co-atuor do livro “Antropologia e Imagem” (Zahar, 2006), co-organizador de “Escrituras da imagem” (Edusp, 2004), “Imagem-conhecimento” (Papirus, 2009) e dirigiu os documentários “Jean Rouch, subvertendo fronteiras” (2000), “Ritual da vida” (2005) e “Mbaraká, a palavra que age” (2011).

Breno Rodrigues de Paula é formado em Letras e mestre em Estudos literários pela UNESP de Araraquara-SP. Participou do projeto Cine Campus e organizou diversas mostras e ciclos de Cinema. Ministrou palestras em faculdades e escolas e foi curador do Festival Internacional do Minuto. Possui uma coluna quinzenal sobre cinema no jornal Tribuna Impressa e dirigiu curta-metragens, documentários e programas de entrevistas com cineastas. É membro da Sessão Zoom.

Trailer do filme:

Occupy Love

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Link do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/526522964088532/

Trailer do documentário:


Legenda do filme Occupy Love: http://www.4shared.com/file/aZVKy2GDce/Occupy_love.html


Ciclo de Filmes Comentados: O Grotesco no Cinema

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Link do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/173720539446218/


Cinema Brasileiro em Foco: Carlos Reichenbach

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Coordenação: Breno Rodrigues 
19 a 22/3 – terça a sexta feira – 19h 
Indicação: 16 anos 
50 lugares por exibição 
“Cinema Brasileiro em foco: Carlos Reichenbach” fará uma viagem pela produção cinematográfica do consagrado diretor paulista, destacando quatro produções importantes de sua extensa filmografia. 

 Breno Rodrigues é graduado em Letras e mestre em Estudos Literários pela Unesp de Araraquara; foi curador júnior do Festival do Minuto (2010), desenvolve projetos na área de literatura e cinema e escreve para blogs e jornais, além de ministrar aulas e organizar mostras e ciclos de cinema. 

Local: Oficina Cultura Lélia Abramo
 Endereço: Rua Andrelino Alves Pinto, 170 - Jardim Floridiana- Araraquara/SP CEP: 14810-197 Telefone: (16) 3324-3946 / 3324-8783 | leliaabramo@oficinasculturais.org.br

Mostra "O Cinema dos Prazeres Proibidos"

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12 a 15/3 – segunda a quinta-feira – 19h às 22h.
Indicação: 16 anos. 100 lugares por dia. Local: Anfiteatro A da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp: Rodovia Araraquara-Jaú, Km 1.
Mediação e curadoria de Breno Rodrigues

Na década de 70 e no início dos anos 80, o cinema brasileiro reencontrou o grande público por meio dos filmes populares realizados no Rio e na Boca do Lixo paulistana, produções que ficaram conhecidas genericamente como “pornochanchadas”, embora não fossem exatamente pornográficas e nem se limitassem a comédias (chanchadas), incluindo também outros gêneros, como drama, suspense, policial e terror. “O Cinema dos Prazeres Proibidos” abre com um encontro com dois nomes importantes desse período, a atriz Zilda Mayo e o diretor Claudio Cunha, e prossegue com um miniciclo com obras representativas dessa vertente do nosso cinema,
Apoio: Unesp – Faculdade de Ciências e Letras – Campus de Araraquara.

Bate-Papo com Zilda Mayo e Claudio Cunha
12/3 – segunda-feira – 19h.

Zilda Mayo iniciou sua carreira artística na década de 70 em comerciais e programas de televisão antes de ir para o cinema. Seu primeiro filme foi “Ninguém Segura Essas Mulheres” (1976), dividido em quatro episódios, quando foi dirigida por José Miziara. Trabalhou com cineastas consagrados, como Jean Garrett, Ody Fraga, John Doo e Carlos Reichenbach. Com este último fez “A Ilha dos Prazeres Proibidos” e o episódio “Rainha do Fliperama” do filme “As Safadas”. Desde então Zilda atua no teatro: seu espetáculo atualmente em cartaz é “Zilda Mayo em Stand-up”.

Claudio Cunha estreou no cinema como ator no filme "As Mulheres Amam por Conveniência", de Roberto Mauro, e produziu "O Poderoso Machão" (1970), com roteiro escrito em parceria com o novelista Silvio de Abreu e direção de Roberto Mauro. Sua estreia na direção foi com o filme "O Clube das Infiéis" (1972), roteirizado por Marcos Rey. Convidado pelo autor Benedito Ruy Barbosa, dirigiu "O Dia em que o Santo Pecou" (1973); entre outros sucessos, seu "Snuff, Vítimas do Prazer” (1974) atingiu a marca de 4 milhões de espectadores.

Ciclo de Filmes Curadoria: Breno Rodrigues. 13 a 15/3 – terça a quinta-feira – 19h.
Anfiteatro A
Programação:

Dia 13: “O Rei da Boca” (Clery Cunha, 1982, 120’).

Dia 14: “O Gosto do Pecado” (Claudio Cunha, 1980, 102’).

Dia 15: “O Caso Cláudia” (Miguel Borges, 1979, 115’).

Link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/241061485985026/

Trabalhos

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Poesia Marginal: Lixeratura?”

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Curso e oficina de poesia marginal: “Poesia Marginal: Lixeratura?"

Texto de Patrícia Anzini da Costa

O Brasil, permeado por uma ditadura ortodoxa e pró-imperialista defendida pelos militares, é, desde 1964, palco de explosões de inúmeras manifestações artísticas, entre elas a arte engajada que defendia a arte como uma luta política e ética, colocando em choque fatores como participação X engajamento, nacionalismo X universalismo, folclore X modernização, etc., e temas caros como a exploração, a favela, o subdesenvolvimento e a miséria. Com isso, chegado o ano de 1968, os artistas representantes do movimento, sobretudo musical, conhecido como Tropicalismo, agora conscientes que a forma, muito mais virulenta como força de subversão que a palavra, vão representar a estética da crise. A poesia, portanto, reflete-se como um espelho da esperança de transformação individual, e consequentemente social, política e econômica para se atingir o florescimento de uma poética da realidade brasileira; e não como um instrumento de tomada de poder reduzindo a amplitude artística a uma saída conceitual para um problema político.

Decretado o Ato Institucional n°5, em dezembro de 1968, o movimento tropical encontra-se com o seu fim e seus maiores representantes são exilados. É aí que começam a proliferar livros artesanais e mimeografados, com distribuições manuais feitas pelos próprios autores em portas de bares, cinemas, restaurantes. A poesia marginal entra em cena com a proposta de, grosso modo, resgatar aquele desejo de ação coletiva dos tropicalistas em que o questionamento e a ânsia pela discussão no novo exigem outro percurso para o labirinto da procura estética: os já citados livros mimeografados. Sem depender da chancela oficial do Estado para existirem, o que possibilita um certo “drible” na censura, principalmente ideológica, artistas como Chacal, Francisco Alvim, Charles, Cacaso, etc. geram uma movimentação artística à margem que foi responsável por abalar estruturas e romper com formas estéticas ultrapassadas, propondo alterar o quadro estagnado da produção cultural nrasileira de então. Aquelas “mercadorias romântico-artesanais”, segundo Carlos Alberto Messeder Pereira, traduziam o “anti” (intelectualismo, tecnicismo, formalismo) em uma forma de gritar criticamente frente ao sufoco da repressão.

O objetivo do curso é, primeiramente, apresentar sucintamente o movimento literário do final da década de sessenta e começa da de setenta conhecido posteriormente como “poesia marginal”. Ainda pouco se sabe sobre essa manifestação poética brasileira que contribuiu significamente para levantar questões sobre modernização, arte, leitor, indústria cultural e a presentificação que tanto domina os poemas atuais.

Além disso, pretendemos, através de uma discussão sobre alguns poemas dos poetas marginais a serem escolhidos, estimular a criação e a participação dos inscritos para que elaborem poemas com características marginais. Desta forma, criaremos, editaremos e publicaremos um “fanzine marginal” feitos pelos participantes de forma totalmente alternativa, pois um mimeógrafo será o responsável pela criação desse fanzine, contribuindo assim para o incentivo da reflexão sobre poesia e seu alcance nos dias atuais. A distribuição será feitas pelos próprios participantes, especialmente no dia em que, se possível, um poeta marginal venha até o campus como convidado para um bate-papo sobre a poesia marginal da década de 70.

Realizadores do Curso sobre Poesia Marginal e Curadores da Exibição de Filmes Marginais: Patrícia Anzini da Costa e Breno Rodrigues de Paula

Patrícia é pós-graduanda no programa de Estudos Literários da Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara – UNESP/FCLar, bolsista CAPES. Está em processo com sua pesquisa que gira em torno dos ecos das conquistas do Tropicalismo na poética de um escritor da geração marginal, o Cacaso.


Graduado em Letras, Mestrando em Estudos Literários pelo Programa de Pós-graduação e responsável pelo CINE CAMPUS da Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara-UNESP/FCL-AR.; escreve sobre cinema, literatura e áreas afins no blog Travessa Literária www.travessaliteraria.blogspot.com e em outras mídias. Desenvolve atividades na área de Linguagem, Comunicação e Artes.


Os Beatles e a Linguagem Audiovisual Pop

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Bibliografia básica do curso:
História da música / Estética musical / Linguagem musical
ALALEONA, Domingos. História da música. 12 ed. São Paulo: Ricordi, 1978.
HOBSBAWN, Eric. A era dos impérios: 1875 – 1914. 7 ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2002.
HOBSBAWN, Eric. As artes pós 1950. In: __. Era dos extremos: o breve século XX – 1914– 1991. São Paulo: Companhia das letras, 1995.
ROSS, Alex. O resto é ruído: escutando a música do século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
SCHAFER, Murray. Ouvido pensante. São Paulo: Editora unesp, 1991.
TATIT, Luiz. Semiótica da canção: melodia e letra. São Paulo: Escuta, 1994.
WISNIK, José Miguel. O som e o sentido. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

Jazz
BERENDT, Joachin. O jazz: do rag ao rock. São Paulo: Perspectiva, 1975.
BLESH, Rudi. Combo: oito histórias do jazz. São Paulo: Cultrix, 1974.
HOBSBAWN, Eric. História social do jazz. 6 ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2009.
SCHULLER, Günther. O velho jazz: suas raízes e seu desenvolvimento musical. São Paulo: Cultrix, 1970.
STEARNS, Marshal. A história do jazz. São Paulo: Martins, 1964.

Blues
MYRUS, Donald. Baladas, blues e música jovem. Rio de Janeiro: Lidado, 1970.
OLIVER, Paul. The meaning of the blues. New York: Collier books, 1982.
RIBEIRO, HELTON. Blues. São Paulo: Abril, 2005.

Rock’n roll / Rock / Música Pop
BANGS, Lester. Reações psicóticas. São Paulo: Conrad, 2005.
CESAR, Lígia Vieira. Poesia e Política Nas Canções de Bob Dylan e Chico Buarque. São Carlos: Editora da UFSCAR, 1993.
CORRÊIA, Tupâ. Rock: nos passos da moda – mídia, consumo e mercado cultural. Campinas: Papyrus, 1989.
VEHARA, Helena. Joy division – New order: nada é mera coincidência. São Paulo: Landy, 2006.
FROÉS, Marcelo. Bob Dylan por ele mesmo. São Paulo: Martin claret, 1994.
COSTA, Jéferson Magno. A mensagem oculta do rock. Rio de Janeiro: Casa publicadora das assembléias de deus, 1986.
JANOTTI Jr., Jeder. Aumenta que isso aí é rock’n’roll: mídia, gênero musical e identidade. Rio de Janeiro: E-Papers serviços editoriais, 2003.
McNeil, Legs. Mate-me, por favor. Porto Alegre: L&PM, 2001. 2v.
LEMOS, José Augusto. Rock’n’roll. São Paulo: Abril, 2003.

Cinema / Audiovisual
ARISTARCO, Guido. O novo mundo das imagens eletrônicas. Lisboa: Edições 70, 1985.
GILLES, Marsolais. Monterey pop – D. A. Pennebaker. In:__. L’anventure du cinema direct. Paris: Seghers, 1974. p. 235 – 245.
GOODWIN, Andrew. Dancing in the distraction factory: music, television and popular culture. Minneapolis: University of Minneapolis, 1992.
NEAVERSON, Bob. The Beatles movies. Londres: Cassel, 1997.

Teoria e Sociologia da comunicação
DELEFLEUR, Malvin. Teorias da comunicação de massas. Rio de Janeiro: ZAHAR, 1997.
FAGEN, Richard. Política e comunicação. Rio de Janeiro: ZAHAR, 1971.
LIMA, Luiz Costa (org). Teoria da cultura de massas. 4 ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1990.
LOPES, Edward. Fundamentos da lingüística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1995.
MOLLES, Abrahan. Teoria da informação e percepção estética. Rio de Janeiro: Tempo brasileiro, 1969.
PIGNATARI, Décio. Informação, linguagem e comunicação. São Paulo: Perspectiva, 1969.

The Beatles

DIRANI, Cláudio. Paul MacCartney: todos os segredos da carreira solo. São Paulo: Lira, 2005.
FERAZ, Bento. The Beatles: 50 anos depois. São Paulo: DBA, 2008.
HEYLIN, Clinton. Sgt. Peppe’s Lonely Hearts Club Band: um ano na vida do Beatles e amigos. São Paulo: Conrad, 2007.
MILLES, Barry. Paul MacCartney: many years from now. São Paulo; DBA, 2005.
MUGGIATI, Roberto. A revolução dos Beatles. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997.
NORMAN, Philip. John Lennon. São Paulo: Companhia das letras, 2009.
NORMAN, Philip. Shout! The Beatles in their generation. New York: Fireside, 1981.
PACHECO, Lívia de Morais. The north of England way: um estudo das estratégias audiovisuais dos filmes dos Beatles. Monografia – Comunicação social e jornalismo. Universidade Federal da Bahia, 2005. UFBA.
QUANTICK, David. Revolution: the making of the Beatles’s white album. London: Unanimous, 2002.
RUSSEL, Jeff. The Beatles: gravações comentadas e discografia completa. São Paulo: Larousse, 2009.
SPITZ, Bob. The Beatles. São Paulo: Larousse, 2008.
TURNER, Steve. The Beatles: a história por trás de todas as canções. São Paulo: Cosacnaif, 2009.
WENNER, Jans. Lembranças de Lennon. São Paulo: Conrad, 2001.

Documentários

BOB DYALN - DON’T LOOK BACK. Dir. D. A. Pennabaker. (EUA, 1966)
THE BEATLES ANTHOLOGY. Dir. Bob Smeaton. (U. K., 1995)
BOB DYALN - NO DIRECTION HOME. Dir. Martin Scorsese. (EUA, 2005)
GEORGE HARRISON: THE QUIET ONE. (U. K., 2001)
JOHN LENNON - IMAGINE MOVIE. (U. K., 1989)
ATRAVESSANDO A PONTE DE ISTAMBUL. Dir. Faith Akin (Alemanha, 2005)
BOTINADA: A HISTÓrIA DO MOVIMENTO PUNK NO BRASIL. Dir. Gastão Moreira. (Brasil, 2003)
HYPE. (EUA, 1996)
SYMPATHY FOR THE DEVIL. Dir. Jean-Luc Godard. (U. K., 1967)
BLUES - ROCK - FESTIVAL EXPRESS. Dir. Bob Smeaton (EUA, 1970)
THE ROLLING STONES – GIMME SHELTER. (EUA, 1969)
INSIDE PINK FLOYD – A CRITICAL REVIEW – 1967 – 1974. (EUA, 2008)
BRYAN WILSON – SMILE. (EUA, 2005)
BLUES - UMA JORNADA MUSICAl. Dir. Win Wendres; Martin Scorsese, Clint Eastwood. (EUA, 2003)
A HISTÓRIA DO JAZZ. (EUA, 1993)

Curso: Os Beatles e a Linguagem Audiovisual Pop

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Semana de Ciência e Tecnologia

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Cine Campus: Semana de Ciência e Tecnologia

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O que restou de nossos amores. Crônicas de um filme incabado.

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Em setembro de 2008, filmei um curta-metragem intitulado "O QUE RESTOU DE NOSSOS AMORES". Uma história simples: um casal se conhece no banco, em frente ao RU, da FCL e passam a namorar. Com o tempo, eles brigam e passam a escrever frases raivosas um para o outro nos corredores da faculdade. A última frase pixada pelo cara era "Estou farto das mulheres que amam, as que odeiam são muito mais interressantes", ao ler esta frase, ela decide começar a odiá-lo: seu primeiro ato de ódio é pintar o banco onde se encontravam todos os dias. Com tintas, ela começa a pintar, cheia de cólera-, mas estamos num contexto de greve estudantil de 2007. Ao ver uma passeata de alunos se aproximando, ela foge, deixando todas as tintas para trás. Os manifestantes aproveitam-se dos materiais deixados e pintam todos os outros bancos como forma de protesto. Resumindo, uma ficção histórica, que se apropriou de um fato inicial; que foi um dos elementos desencadiadores do processo de mobilização estudantil em Araraquara.

Bem esta é a história, ela foi filmada em três dias-, com peripécias e maluquices, desde o cameramem sumido, a pedidos de autorização negados para pintarmos os bancos-, mas no fim deu para filmar tudo. Mas o editor perdeu o último dia de filmagens e, para piorar, ele não tiham feito backup. Por isso o filme vai ficar sempre incabado. Já que o diretor quebrou uma das regras principais de um set de filmagens: nunca se separe da atriz antes do filme ser lançado. Sobrou as fotos, uma letra de música, que seria tema e o making off. No final pintamos mesmo todos os bancos, meio que num happening-, mas tivemos que limpá-los depois. Nem penso em trabalhar mais nele, pois ele será sempre o meu primeiro, em todas as acepções do termo, filme inacabado-, deixemo-los lá...


O que restou de nossos amores.

O que restou de nossos amores?
Lembranças amargas da saudade.
Loucuras ultrapassadas da realidade.

O que restou de nossos amores.
Viagens de um tempo imaginado,
Com glórias de nossos tempos passado.

O que restou de nossos amores!
As vozes abafadas ao acaso,
Escala, acordes desafinados.

O que restou de nossos amores?
Porta-retratos vazios,
Lembranças cheias de amores...

O que restou de nossos amores?
Eu, o espelho e os meus temores.

O que restou de nossos amores...

(composição de Breno Rodrigues e Fabiana Virgílio)

Ano da França no Brasil: Semana do Cinema Francês

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Atividades no Campus
Filmes do curso: "50 Anos da Nouvelle Vague Francesa"
30/03/2009: 1° Filme: Os IncompreendidosFicha Técnica
Título Original: Les Quatre Cents Coups
Direção: François Truffaut
Roteiro: François Truffaut e Marcel Moussy
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 99 minutos
Ano de Lançamento (EUA/França): 1959
Distribuição: Cocinor
Fotografia: Henri Decaë
Direção de Arte: Bernard Evein
Edição: Marie-Josèphe Yoyotte

Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud) é o filho negligenciado de Gilberte Doinel (Claire Maurier), que parece ter tempo para tudo menos o bem-estar da criança. Julien Doinel (Albert Rémy) não é o pai biológico, mas cria o menino como se fosse seu filho. Gilberte está tendo um caso e não se surpreende quando, por acaso, Julien fica sabendo que Antoine não está indo à aula, pois ela sabia que na hora do colégio o filho a tinha visto com seu amante. A situação se agrava quando Antoine, para justificar sua ausência no colégio, "mata" a mãe. Quando seus pais aparecem na escola, a verdade é descoberta e Julien o esbofeteia na frente de seus colegas. Após isto ele foge de casa e arruma um lugar para dormir. Paralelamente seus pais culpam um ao outro pelo comportamento dele, após lerem a carta na qual ele se despede. No outro dia Antoine vai à escola normalmente. Lá sua mãe o encontra e se mostra preocupada por ele ter passado a noite em uma gráfica. Ela alegremente o aceita de volta, mas os problemas não acabam. Antoine se desentende com um professor, que o acusa de plagiar Balzac. Como ele odeia a escola, sai de casa de novo e para viver é obrigado a fazer pequenos roubos.

31/03/2009: 2° Filme: Acossado
Ficha Técnica
Título Original: À Bout de Souffle
Direção: Jean-Luc Godard
Roteiro: Jean-Luc Godard e François Truffaut
Gênero: Policial
Tempo de Duração: 86 minutos
Ano de Lançamento (França): 1960
Distribuição: Impéria
Fotografia: Raoul Coutard
Direção de Arte: Claude Chabrol
Edição: Cécile Decugis e Lila Herman

Após roubar um carro em Marselha, Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo) ruma para Paris. No caminho mata um policial, que tentou prendê-lo por excesso de velocidade, e em Paris persuade a relutante Patricia Franchisi (Jean Seberg), uma estudante americana com quem se envolveu, para escondê-lo até receber o dinheiro que lhe devem. Michel promete a Patricia que irão juntos para a Itália, no entanto o crime de Michel está nos jornais e agora não há opção. Ele fica escondido no apartamento de Patricia, onde conversam, namoram, ele fala sobre a morte e ela diz que quer ficar grávida dele. Ele perde a consciência da situação na qual se encontra e anda pela cidade cometendo pequenos delitos, mas quando é visto por um informante começa o final da sua trágica perseguição.

01/04/2009: 3° Filme: Hiroshima, Mon Amour
Ficha Técnica
Título Original: Hiroshima, Mon Amour
Direção: Alain Resnais
Roteiro: Marguerite Duras
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 86 minutos
Ano de Lançamento (França / Japão): 1959

Hiroshima, 1959. Uma atriz francesa casada (Emmanuelle Riva) veio de Paris para trabalhar num filme sobre a paz. Ela tem um affair com um arquiteto japonês (Eiji Okada) também casado, cuja esposa está viajando. Nos dois dias que passam juntos várias lembranças vêem à tona enquanto esperam, de forma aflita, a hora da partida dela. Ela conta que foi "tosquiada", pois se apaixonou por um alemão (Bernard Fresson) quando tinha apenas 18 anos e morava em Nevers, sendo libertada no dia em que seu amor foi morto, já no final da 2ª Guerra Mundial. Por ter amado um inimigo ela foi aprisionada por sua família numa fria e escura adega e agora, 14 anos depois, novamente sente o gosto de viver um amor quase impossível. Foi pioneiro no uso de cortes para mostrar cenas em flashback, mesclando com cenas da atualidade.

02/04/2009: 4° Filme: O Signo do LeãoFicha Técnica
Título Original: Le Signe du Lion
Direção: Eric Rohmer
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 103 minutos
Ano de Lançamento (França): 1959

Pierre Wesselrin (Jess Hahn) é um músico parisiense que recebe um telegrama informando que sua tia rica faleceu. Como ela apenas tinha dois parentes vivos, Pirre deduz que herdará sua fortuna. Com isso decide realizar uma grande festa para comemorar, convidando todos os seus amigos. Entretanto no dia seguinte ele descobre que fora deserdado pela tia, com a fortuna ficando inteiramente para seu primo, que considera um idiota.

03/04/2009: 5° Filme: Os BichosFicha Técnica
Título Original: Les Biches
Direção: Claude Chabrol
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 103 minutos
Ano de Lançamento (França): 1968

Frédérique (Stéphane Audran) é uma rica e bela mulher, que acolhe em sua casa uma artista de rua chamada Why. Numa viagem a Saint Tropez, ambas se apaixonam por Paul Thomas (Jean-Louis Trintignant).

Mostra Proibida 2! Filmes Censurados na Ditadura Militar

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A “MOSTRA PROÍBIDA 2!: FILMES CENSURADOS NA DITADURA MILITAR” exibirá quatro filmes, um de cada ano, de 1967 a 1970 com o intuito de ressaltar como os mesmos se contextualizam historicamente no período da Ditadura Militar e a relação deles com o órgão de censura do regime militar, principalmente após o AI5 (Ato Institucional Nº 5). Além das exibições, o evento terá início com um debate temático, com o curador Breno Rodrigues*, para contextualizar a Mostra, os filmes e o contexto histórico (político e econômico) do Brasil nos anos de 68 e 69 do século passado. A mostra é promovida pela Oficina Cultural Regional “Lélia Abramo” e ocorrerá dos dias 15 a 18 de dezembro, na Casa da Cultura de Araraquara das 15h00 as 18h00 e é gratuita.

Os quatro filmes da mostra inserem-se dentro da estética cinematográfica do “Cinema Novo”, alguns mais, outros menos. O primeiro filme será “Terra em Transe” de Glauber Rocha filmado em 1967. O segundo será “O Bandido da Luz Vermelha” de Rogério Sganzerla filmado em 1968. O terceiro será “Macaunaíma” de Joaquin Pedro Andrade filmado em 1969 e, por último, o quarto será “Como era gostoso o meu Francês” de Nelson pereira dos Santos rodado em 1970.

A mostra busca exibir alguns filmes que foram censurados nos anos de 67 a 70. Ela almejará fazer um resgate dos quarenta anos do AI5, ressaltando o impacto imediato do Ato para com o cinema Brasileiro. Além de tentar ressaltar a influência nefasta do Regime Militar sobre o cinema brasileiro que vinha no seu auge com o “Cinema Novo”, ao longo da década de 60 do século passado. O público poderá ter um contato com produção cinematográfica brasileira no período mais conturbado de sua história. Além das exibições, o evento terá início com um debate temático, com o curador, para contextualizar a Mostra, os filmes e o contexto histórico (político e econômico) do Brasil nos anos de 68 e 69 do século passado.

O Ato Institucional Nº 5, ou simplesmente AI5, que entrou em vigor em 13 de dezembro de 1968, era o mais abrangente e autoritário de todos os outros atos institucionais. O ato instituiu uma censura nas artes, e principalmente no cinema, mais ferrenha, cerceando a liberdade de expressão e criação artística dos cineastas. Para demonstrar como funcionava o órgão de censura e a sua política para com o cinema serão expostos cópias de arquivos, como protocolos, relatórios, etc. retirados do sitio Memória Cine Br http://www.memoriacinebr.com.br, na qual o público poderá ver o parecer dos censores sobre os filmes.

Local: Casa da Cultura de Araraquara, Rua São Bento, 909, Centro
Data: de 15 a18 de Dezembro de 2008
Horário: 15h00

Inscrições Gratuitas no dia do evento

Contatos: breno9d@yahoo.com.br, Oficina Cultural: 3324-3946

Realização: Oficina Cultural Regional “Lélia Abramo”
Apoio: PET-Letras;
UNESP Araraquara;
Secretária de Cultura do Município de Araraquara;
Travessa Literária www.travessaliteraria.blogspot.com

* Breno Rodrigues é graduando em Letras e bolsista do PET-Letras na UNESP de Araraquara, é diretor e escreve sobre cinema e literatura no blog Travessa Literária.


Cronograma

15/12/2008 TERRA EM TRANSE
Título Original: Terra em Transe
Direção: Glauber Rocha
Roteiro: Glauber Rocha
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 115 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 1967
Estúdio:
Distribuição: Difilm
Produção: Zelito Viana
Música: Sérgio Ricardo
Fotografia: Dib Lufti
Direção de Arte: Paulo Gil Soares
Figurino: Paulo Gil Soares e Clóvis Bornay
Edição: Eduardo Escorel

O senador Porfírio Diaz (Paulo Autran) detesta seu povo e pretende tornar-se imperador de Eldorado, um país localizado na América do Sul. Porém existem diversos homens que querem este poder, que resolvem enfrentá-lo.Em abril de 1967 o filme foi proibido em todo território nacional, por ser considerado subversivo e irreverente com a Igreja. Depois foi liberado, com a condição de que se desse um nome ao padre interpetrado por Jofre Soares.

16/12/2008 O Bandido da Luz Vermelha

Título Original: O Bandido da Luz Vermelha
Direção: Rogério Sganzerla
Roteiro: Rogério Sganzerla
Gênero: Policial
Duração: 92 min.
Lançamento (Brasil): 1968
Distribuição: Urânio Filmes e Riofilmes
Produção: Urânio Filmes
Música: Rogério Sganzerla
Fotografia: Peter Overbeck
Desenho de Produção: Andréa Tonaci
Montagem: Sílvio Renoldi

Um assaltante misterioso usa técnicas extravagantes para roubar casas luxuosas de São Paulo. Apelidado pela imprensa de "O Bandido da Luz Vermelha", traz sempre uma lanterna vermelha e conversa longamente com suas vítimas. Debochado e cínico, este filme se transformou num dos marcos do cinema marginal.

17/12/2008 Macunaíma
Título Original: Macunaíma
Direção: Joaquim Pedro de Andrade
Roteiro: Joaquim Pedro de Andrade, baseado no livro homônimo de Mario de Andrade
Gênero: Coomédia
Duração: 108 min.
Lançamento (Brasil): 1969
Distribuição: Emabrafilmes

Macunaíma é um herói preguiçoso, safado e sem nenhum caráter. Ele nasceu na selva e de negro (Grande Otelo) virou branco (Paulo José). Depois de adulto, deixa o sertão em companhia dos irmãos. Macunaíma vive várias aventuras na cidade, conhecendo e amando guerrilheiras e prostitutas, enfrentando vilões milionários, policiais, personagens de todos os tipos. Depois dessa longa e tumultuada aventura urbana, ele volta à selva. Um compêndio de mitos, lendas e da alma do brasileiro, a partir do clássico romance de Mário de Andrade.

18/12/2008 Como era gostoso o meu Francês
Título Original: Como Era Gostoso O Meu Francês
Direção: Nélson Pereira dos Santos
Roteiro: Nelson Pereira dos Santos
Gênero: Aventura
Duração: 83 min.
Lançamento (Brasil): 1970
Distribuição: Condor Filmes e Riofilme
Direção: Nélson Pereira dos Santos
Roteiro: Nelson Pereira dos Santos
Produção: Nelson Pereira dos Santos, Luiz Carlos Barreto e Condor Filmes
Música: Zé Rodrix e Guilherme Magalhães Vaz
Fotografia: Dib Luft
Desenho de Produção: Régis Monteiro
Direção de Arte:
Figurino: Mara Chaves
Edição: Carlos Alberto Camuyrano
Pesquisa Etnográfica: Luis Carlos Ripper
Diálogos em tupi: Humberto Mauro

No Brasil de 1594, um aventureiro francês prisioneiro dos Tupinambás escapa da morte graças aos seus conhecimentos de artilharia. Segundo a cultura Tupinambás, é preciso devorar o inimigo para adquirir todos os seus poderes, no caso saber utilizar a pólvora e os canhões. Enquanto aguarda ser executado, o francês aprende os hábitos dos Tupinambás e se une a uma índia e através dela toma conhecimento de um tesouro enterrado e decide fugir. A índia se recusa a segui-lo e após a batalha com a tribo inimiga, o chefe Cunhambebe marca a data da execução: o ritual antropofágico será parte das comemorações pela vitória.